A energia elétrica é um dos custos mais relevantes para indústrias, hospitais, supermercados e muitas outras empresas. E, diferentemente de outros custos, ela pode ser renegociada de forma estrutural, escolhendo de quem comprar.
O que é o mercado livre
No Ambiente de Contratação Livre, a empresa negocia preço, prazo e fonte da energia diretamente com geradores ou comercializadores, em vez de pagar a tarifa regulada da distribuidora. A distribuidora continua responsável pela entrega e cobra pelo uso da rede.
Quem pode migrar
Desde janeiro de 2024, todos os consumidores atendidos em alta tensão (Grupo A) podem migrar para o mercado livre, independentemente da demanda contratada. Empresas de menor porte nesse grupo entram por meio de um comercializador varejista, que as representa na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Para quem está em baixa tensão, a alternativa costuma ser a geração distribuída: a empresa recebe créditos de energia produzida em usinas renováveis e reduz o valor da fatura.
O que avaliar antes
- Perfil de consumo e demanda dos últimos 12 meses.
- Prazo e condições de saída do contrato atual com a distribuidora.
- Comparação entre propostas de diferentes fornecedores, incluindo encargos e impostos.
- Riscos de preço e cláusulas de flexibilidade do novo contrato.
Antes de qualquer migração, vale também auditar as faturas atuais: erros de enquadramento tarifário, de demanda ou de impostos podem gerar valores a serem ressarcidos.
Conteúdo informativo. Cada empresa tem particularidades que devem ser avaliadas por um especialista antes de qualquer decisão.


